10 dicas para valorizar a reforma do seu imóvel antigo

Postado em 27/02 em ARQUITETURA, DECORAÇÃO

Você sabia que os brasileiros investiram cerca de R$ 5,4 bilhões em obras apenas em 2013? Os dados da Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) ajudam a reforçar a ideia de que reformar o seu imóvel, além de inová-lo e transformá-lo, também pode valorizar o seu valor de mercado. 

Nesse sentido, as reformas precisam abranger alguns fatores que valorizem o imóvel, sejam eles estéticos ou funcionalmente. Isso ocorre porque alguns equívocos comuns podem prejudicar a venda. Por isso é muito importante considerar reparos nas instalações elétricas e hidráulicas, a fim de que não haja dor de cabeça posteriormente.

Ao utilizarmos como exemplo os apartamentos pequenos (de até 60 m²), uma sala grande costuma agradar o comprador, mas tudo depende do público alvo. Os especialistas sugerem a ampliação da sala possibilitando a reversão para o modelo anterior sem grandes reformas, como a construção de uma nova parede para um quarto.

A construção de um novo ambiente pode ser feita, de maneira rápida e mais limpa, com dry-wall ou divisórias de madeira.

Mas lembre-se: para aumentar o padrão da reforma e aparência final do imóvel, recomenda-se o acompanhamento de profissionais da área para planejamento e empresas especializadas para a execução dos serviços, como o escritório da Chastinet.

Confira dez dicas para dar um upgrade em seu apartamento:

  • Estrutura: derrubar paredes não é tão simples como parece. A alvenaria de imóveis mais antigos sustenta o telhado ou a laje. Para que isso seja evitado, utilize a planta da casa, um profissional habilitado e observação in loco para a liberação da alvenaria, visando o não comprometimento das estruturas.
  • Telhados: no caso de casas, fazer avaliação de telhados e calhas para evitar que um pequeno vazamento estrague todo o gesso, por exemplo.
  • Gesso: prever tabicas (afastamento de 2 cm das alvenarias) para garantir que os materiais não sofram rachaduras.
  • Obra: contratar projeto e responsável pela obra pode parecer, inicialmente, um gasto exagerado, mas, em longo prazo, costuma gerar grande economia. O planejamento anterior à obra estuda os usos, as melhores alternativas e mapeia a ordem e duração das tarefas, evitando desperdício.
  • Elétrica: as reformas devem considerar um aumento significativo de pontos de elétrica, rede e cabeamento, para atender a demanda atual de eletrônicos, incomum em imóveis mais antigos. O quadro elétrico deve ser avaliado para evitar futuras sobrecargas.
  • Hidráulica: para atualizar imóveis, o ideal é que se troque a tubulação toda – até a prumada geral, em caso de edifícios – evitando que possíveis problemas futuros, como entupimentos e vazamentos, danifiquem os revestimentos recém-trocados.
  • Luminotécnica: trocar as lâmpadas incandescentes por eletrônicas ou LEDs para aumentar a relação custo-benefício da reforma. Como o investimento inicial tende a ser maior, muitas vezes, peca-se em não prever a economia futura e que, na ponta do lápis, é muito significativa.
  • Revestimentos: deve-se atentar para evitar escolha de revestimentos muito específicos de seu gosto pessoal, recaindo para escolhas mais neutras que não incomodem nenhum outro possível proprietário.
  • Pintura: deve-se lixar, passar massa e limpar muito bem antes da execução da pintura propriamente dita. Afinal, um imóvel mal pintado, não enche os olhos.
  • Impermeabilização: ao retirar pisos para a remodelação de banheiros e cozinhas acontece da impermeabilização ser danificada – ou já estar danificada pelo tempo. Ela deve ser refeita ou testada, antes da colocação de novos pisos.

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